Dança antiga que simboliza a água no deserto, representando todo valor que a água tem para o povo nômade.
No Egito a dança do jarro e originária dos rituais de nascimento, como também para agradecimento as cheias geradas através das inundações do rio Nilo.
Dança tradicional egípcia, que está relacionada com as comemorações mais felizes, como casamentos e nascimentos.
A dançarina equilibra o candelabro na cabeça, simbolizando a luz que guia o feliz casal ou a chegada de uma nova vida, pois a luz das velas transforma-se numa ponte entre os mundos, material e espiritual.
Os snujs trazem alegria a dança. No antigo Egito antes de rituais, as sacerdotisas dançavam e tocavam o sagat procurando energizar o ambiente e assim dissolver os maus fluídos, pediam aos deuses, que trouxessem frutos para a humanidade em forma de paz, harmonia e felicidade.
Atualmente , o véu é o principal elemento na entrada da dançarina, engrandece a sua figura chamando a atenção para sua chegada. A maioria dos movimentos foi desenvolvida pelas dançarinas do ocidente, principalmente as americanas. O véu transmite mistério e em muitas culturas está relacionado a virginidade. Os tecidos são leves transparentes. Com o véu podemos criar várias figuras que representam a cultura árabe e egípcia. Seus movimentos podem ser suaves ou vibrantes, a música define bem esses momentos e cabe a dançarina sintonizar-se com eles, sendo ele o símbolo conhecido oculto ou revelado
A dança da bengala é uma paródia em relação a combativa dança masculina Tarkih, esta dança representa os pastores tocando o rebanho nos pastos. O cajado serve de arma em proteção das areias do deserto, as mulheres criaram esta dança imitando os homens em seus trabalhos.
Esta dança tem a finalidade de homenagear a deusa guerreira Neit, que era adorada no Egito.
A espada simboliza a força da deusa que protege os mais fracos destruindo os inimigos e abrindo os caminhos.
Já no lado árabe, nas antigas tribos nômades durante um divertimento após um longo dia em busca de alimentos ou após as guerras, as mulheres se enfeitavam em sua dança tomavam as afiadas espadas dos guerreiros e demonstravam equilíbrio e habilidade em seu manuseio.
Uma dança linda e singela, muito representativa, pois é a própria primavera.
Representa a alegria, e as dançarinas com suas cestas espalham flores e pétalas pelo ambiente em que circulam, ou as jogam delicadamente nos anfitriões, nos aniversariantes ou noivos. Nestes, as pétalas podem ser vermelhas (amor) e brancas (paz e união), um gesto lindo de desejar felicidade ao casal. Essa dança é muito interessante quando interpretada por adolescentes,ou mesmo meninas, pois simbolizam a pureza.
Esta dança tem como simbolismo iluminar os caminhos como lamparinas em noites escuras.
As dançarinas botam em suas mãos taças, em movimentos simulando serpentes, seus braços se movimentam lentamente, normalmente são dançadas em casamentos (simbolizando a luz no caminho dos noivos e iluminar a felicidade de ambos), também em batizados e em nascimentos, as velas podem ser suavemente perfumadas e coloridas.
No antigo Egito, ao dançar com as taças, a dançarina exterioriza o seu divino, a deusa interior, fazendo o seu corpo um veículo sagrado em busca da sabedoria.
Esta é uma dança alegre, que representa os rituais realizados para a deusa Isis nos templos, nos quais as sacerdotisas dançavam e cantavam, enquanto as músicas tocavam os instrumentos.
Graciosa dança de provável origem cigana egípcia, e uma dança bastante alegre, executada em ritmos ágeis, como o Falahi, por exemplo.
É uma dança que exige suavidade e boa percepção musical da dançarina.
Esta é uma dança muito antiga, onde as mulheres a usavam como símbolo de proteção, com o punhal de origem cigana, uma pequena arma branca, utilizada como defesa entre as mesmas e também encontrada entre os árabes e os povos nômades do deserto. A dança do punhal é misteriosa e cheia de suspense também é uma dança que reverencia a deusa Ceuks, rainha dos escorpiões sua simbologia representa a morte, o sexo e a transformação.
Os mistérios enigmáticos da dança dos sete véus, até hoje esconde o caminho oculto da sensualidade e sedução.
A dança é carregada de simbolismos milenares. Cada dançarina pode e deve dançar como lhe convem.
A dança dos sete véus é sagrada e ritualística no mundo antigo, também é considerada a dança da fertilidade (no Egito) e não uma dança de caráter erótico como vulgarmente pensa a sociedade do mundo Ocidental.
Dança típica dos países do Golfo Pérsico, seu ritmo é o Soudi. A dançarina usa uma túnica transparente, ricamente bordada, deixando à mostra somente a cabeça, as mãos e os pés. Muitas vezes, pés e mãos são pintados com henna. Os cabelos são soltos e representam importante papel, nessa dança. Os movimentos corporais são simples e sutis, sendo aí que reside toda sensualidade dessa dança. Em muitos festejos, as próprias convidadas vestem suas túnicas e dançam umas com as outras, por isso muito usada em casamentos e aniversários.
Tradicional dança ritualística de países como Sudão, a Tíbia e sobre tudo o Egito, é geralmente executada sob o ritmo Ayubi, que lembra marcha de cavalos. Além disso, para alguns estudiosos, o Zhar é executada com o intuito de limpeza espiritual e “expulsão de espíritos malignos”. A dançarina, geralmente vestida de branco, executa constantes movimentos de giros de cabeça até o transe. Ela também tem sua cabeça energizada e benzida por um rapaz que usa um incensário e dança ao seu lado.